Fazer japamalas, ou japear, é uma atitude devocional importantíssima para todo o devoto que queira aproximar-se em atitude mística da Divindade, podendo-se consagrar a Japamala ao Bendito Vishnu, a Krishna, a Bendita Mãe Divina, ao Cristo, ou simplesmente a Deus, se assim preferir. Fazer Japamalas é adorar a divindade, é humilhar-se, é morrer em si mesmo, ou seja, em nossos defeitos e em nossa parte humana e com isso nascer para o espiritual, para nossa parte divina, desenvolvendo com isso virtudes, dons, talentos de Deus, donzelas espirituais que florescem no jardim de nossa bendita alma. Deve-se fazer muita japamala, muitas vezes ao dia, todos os dias, se é que queremos avançar no caminho devocional.
Paganismo, Bruxaria, Sustentabilidade, ecologia,Magia natural, entrevistas, artesanatos,cursos e eventos.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Japamala
A Japamala, mais conhecida no ocidente como rosário de orações, é um objeto antiqüíssimo de devoção espiritual, sendo utilizada em muitas culturas e religiões para marcar orações ou mantralizações. Existem de diversos tipos, tamanhos e materiais e podem ter uma quantidade diferente de contas, de acordo com a cultura ou religião. No Hinduísmo ou Budismo se usam com 108 contas, havendo sempre uma conta maior representando a Divindade, ao redor do qual giram as 108 distintas manifestações, retornos ou encarnações. É a diversidade que gira em torno de uma única unidade.
Fazer japamalas, ou japear, é uma atitude devocional importantíssima para todo o devoto que queira aproximar-se em atitude mística da Divindade, podendo-se consagrar a Japamala ao Bendito Vishnu, a Krishna, a Bendita Mãe Divina, ao Cristo, ou simplesmente a Deus, se assim preferir. Fazer Japamalas é adorar a divindade, é humilhar-se, é morrer em si mesmo, ou seja, em nossos defeitos e em nossa parte humana e com isso nascer para o espiritual, para nossa parte divina, desenvolvendo com isso virtudes, dons, talentos de Deus, donzelas espirituais que florescem no jardim de nossa bendita alma. Deve-se fazer muita japamala, muitas vezes ao dia, todos os dias, se é que queremos avançar no caminho devocional.
Fazer japamalas, ou japear, é uma atitude devocional importantíssima para todo o devoto que queira aproximar-se em atitude mística da Divindade, podendo-se consagrar a Japamala ao Bendito Vishnu, a Krishna, a Bendita Mãe Divina, ao Cristo, ou simplesmente a Deus, se assim preferir. Fazer Japamalas é adorar a divindade, é humilhar-se, é morrer em si mesmo, ou seja, em nossos defeitos e em nossa parte humana e com isso nascer para o espiritual, para nossa parte divina, desenvolvendo com isso virtudes, dons, talentos de Deus, donzelas espirituais que florescem no jardim de nossa bendita alma. Deve-se fazer muita japamala, muitas vezes ao dia, todos os dias, se é que queremos avançar no caminho devocional.
Artes Divinatórias: Necromancia
A necromancia ou nigromancia é um termo que vem do Grego:
"morte" (necro) e “adivinhação (mancia), e que consiste na consulta
aos mortos e seus espíritos ou cadáveres”.
Pode ser interpretada como a prática de se comunicar com os
mortos para obter informações sobre o futuro. Sua origem vem da crença de uma
viagem para outro mundo após a morte, supondo que os recém-mortos, ainda
estejam com seus corpos intactos, mantendo ainda relações com a vida, se
tornando assim, mais sensíveis à prática de contatá-los.
São práticas muito antigas, registradas, por exemplo, na Bíblia e no Antigo Testamento.
Quem nunca brincou
com uma Tábua Ouija (também
conhecida como "brincadeira do copo" ou "telégrafo dos
mortos") é um dos meios mais conhecidos de necromancia, assim como a
brincadeira do compasso.
A
necromancia é um ramo de magia, geralmente considerado negro.
O caso clássico de necromancia é da bruxa de Endor, descrita na Bíblia (1 Samuel 28), que está invocando o espírito de Samuel, na presença de Saul.
A necromancia era a principal forma de adivinhação entre os povos da Pérsia e também acreditava-se ter sido generalizada entre os caldeus, na Etrúria e Babilônia. Na Odisséia, Ulisses viaja para Hades e tenta invocar os espíritos dos mortos usando feitiços que Circe lhe ensinou.
Roma e Cartago também se tornaram populares, tanto nas suas invocações de espíritos a adivinhação pelos mortos.
A pratica de adivinhação ao invocar os espíritos dos mortos por mágica ou adivinhatório efeito, é também uma das práticas mais comuns nas antigas religiões da África, como vodu, a Palo Mayombe e certos ramos do espiritualismo e Santeria.
O caso clássico de necromancia é da bruxa de Endor, descrita na Bíblia (1 Samuel 28), que está invocando o espírito de Samuel, na presença de Saul.
A necromancia era a principal forma de adivinhação entre os povos da Pérsia e também acreditava-se ter sido generalizada entre os caldeus, na Etrúria e Babilônia. Na Odisséia, Ulisses viaja para Hades e tenta invocar os espíritos dos mortos usando feitiços que Circe lhe ensinou.
Roma e Cartago também se tornaram populares, tanto nas suas invocações de espíritos a adivinhação pelos mortos.
A pratica de adivinhação ao invocar os espíritos dos mortos por mágica ou adivinhatório efeito, é também uma das práticas mais comuns nas antigas religiões da África, como vodu, a Palo Mayombe e certos ramos do espiritualismo e Santeria.
domingo, 24 de junho de 2012
Bisbilhotando por ai...
Bisbilhotando por ai, encontrei idéias totalmente Ecológicas para organizar e decorar a casa.
![]() |
| Sua cozinha ficara linda, ecológica e com a sua cara! |
![]() |
| O quarto das crianças e aquele material de desenho e pintura agora podem ficar organizados de forma ecológica e divertida! As crianças vão adorar! |
☼Kamila☼
sábado, 23 de junho de 2012
Lugares Mágicos
Delfos
Era o mais
importante centro religioso da Grécia antiga. Entre os séculos 8 a.C. e 2 a.C., ele foi muito procurado por
pessoas que recebiam previsões sobre o futuro, conselhos e orientações. A
cidade de Delfos era a sede do principal templo grego, dedicado ao deus Apolo, e nos subterrâneos funcionava o
famoso oráculo. Na antiga
Grécia, o local pertencia originariamente a Gaia e era guardado por sua filha,
a serpente Píton. O deus Apolo, associado ao dom da profecia, teria assumido o
controle do lugar após matar a serpente, que caiu numa fenda do solo e entrado
em decomposição, passando a emitir vapores intoxicantes. Os gregos acreditavam
que quando uma sacerdotisa - uma mulher de vida correta e limpa escolhida entre
as camponesas - inspirava tais gases, ela tinha seu espírito possuído por
Apolo, que fazia as profecias por meio dela. “A forma mais conhecida de
consulta era fazer uma pergunta à sacerdotisa, conhecida como pítia”.
“Numa espécie de
transe mediúnico, ela pronunciava as respostas em versos semelhantes aos usados
nos poemas de Odisseia, de Homero”, diz dos. O centro religioso era consultado
por cidadãos comuns e também por líderes políticos, que usavam as profecias
para orientar seus governos. Após o Império Romano tomar Delfos, no século 2
a.C., o local sofreu diversas pilhagens e a posterior expansão do cristianismo
também contribuiu para a sua decadência. O templo pagão foi fechado
definitivamente por um decreto do imperador Teodósio no final do século 4.
Algumas questões sobre Delfos, intrigariam cientistas muitos séculos depois. Na
década passada, geólogos, químicos e arqueólogos trabalharam na região e
concluíram que realmente gases estranhos podiam emanar do Templo de Apolo
.
Como aconteciam as previsões?
Ao chegar à
cidade grega de Delfos, o visitante se registrava e pagava uma taxa. Quando se
aproximava o momento da sua consulta, ele se purificava numa fonte de água e
seguia pelo caminho sagrado. Este caminho o levava até o Templo de Apolo, onde
ficava o famoso oráculo. Ali
uma sacerdotisa fazia previsões auxiliada por vários sacerdotes
Ao longo do caminho sagrado, que seguia por um
terreno acidentado e íngreme, havia estátuas, relicários com tesouros sagrados
e outros edifícios dedicados a Apolo. Tais monumentos eram construídos por cidades-estados,
como Tebas e Atenas, ou por cidadãos ricos, como agradecimento às previsões e
conselhos do oráculo
Antes de
entrar no Templo de Apolo, os peregrinos sacrificavam uma ovelha ou uma cabra,
que tinha suas entranhas examinadas por sacerdotes à procura de sinais
proféticos. Em seguida, os visitantes entravam um de cada vez no templo - que
era rodeado por colunas e hoje está em ruínas. Lá, apresentavam as consultas à
sacerdotisa.
Antes de cada sessão, a profetisa descia até uma
câmara subterrânea sob o templo, onde inalava vapores "sagrados", que
induziam suas profecias. Alguns historiadores acreditam que as respostas eram
interpretadas e passadas aos peregrinos pelos sacerdotes. Outros dizem que a
própria profetisa falava com o visitante, usando palavras enigmáticas.
Duas falhas geológicas atravessam Delfos. Estudos
feitos em 1996 mostraram que o subsolo do local é formado por pedra calcária
betuminosa, que pode emitir etileno, um gás capaz de produzir alucinações. Isso
explicaria os "vapores sagrados", que subiriam por fendas no terreno,
pois as falhas geológicas se cruzam bem abaixo do Templo de Apolo.
Uma das falhas geológicas está alinhada com uma
série de fontes de água , algumas hoje secas, sendo que uma das nascentes fica
diretamente abaixo do templo. Quando a água quente, vinda das profundezas da
Terra, passava pela camada de pedra calcária betuminosa, criava condições para
a liberação dos vapores de etileno Ao lado do Templo de Apolo havia um teatro,
construído no século 4 a.C., que podia acomodar cerca de 5 mil pessoas. Ali
eram apresentados espetáculos musicais, peças e sessões de leitura de poesia
durante os festivais religiosos realizados em Delfos. O teatro oferecia aos
espectadores uma vista majestosa do Templo de Apolo
☼Kamila☼
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Morgaine Le Fay
Morgaine
Le Fay ou Morgana Le Fay, é conhecida principalmente na Grã-Bretanha como Morgana
das Fadas e aparece nas histórias do Rei Artur. O nome Morgaine tem origem
celta e significa mulher que veio do mar. Pode ser escrito Morgaine ou Morgan.
Morgaine também é muito conhecida na Itália por um fenómeno chamado Fata
Morgana, traduzindo Fada Morgana. As lendas baseadas nos contos
do Rei Arthur dizem que Morgaine foi uma sacerdotisa da Ilha de Avalon, na
Bretanha. Outras versões, dizem que ela era meia-irmã de Arthur, uma feiticeira
maligna que queria de todas as formas possuir a sua poderosa espada Excalibur.
É filha de Igraine e Gorlois, Duque da Cornualha.
![]() |
| As Brumas de Avalon, uma ótima dica! |
Morgaine
é treinada por a sua tia Viviane na Ilha de Avalon para se tornar a Senhora do
Lago ou como também é chamada Dama do Lago ou Senhora de Avalon. Morgaine teve
um filho de Arthur depois de um ritual sagrado (Beltane). A criança chamava-se
Gwydion, que após ir para a corte de Arthur passa a se chamar Mordred. Mais
tarde ele se tornaria um dos inimigos de Arthur. Mordred depois de ter ferido o
seu próprio pai numa luta para tomar-lhe o trono, acaba morto.
Morgaine
vendo seu irmão morrer e escutando o seu pedido leva-o para Avalon, onde o tempo
passa de forma diferente do mundo humano. Arthur então lança a Excalibur no
lago e morre. Depois a Ilha de Avalon desliga-se quase por completo do
mundo. E a Bretanha cai numa era negra nas mãos dos saxões.
E para quem prefere ler, aqui vai alguns links das obras de Marion Zimmer Bradley.
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